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Bichectomia para homens

3 de fevereiro de 2017 Por: Blog,Face

Olá caros leitores, tenho visto grande procura de informações sobre bichectomia e hoje vou falar especificamente sobre a bichectomia para homens, pois já falamos do procedimento de forma geral em post anterior.

Segue a pergunta de um leitor do nosso blog: Olá Dr Furlani, a bichectomia geralmente é uma cirurgia mais indicada para mulheres? No caso de homens que querem afilar um pouco mais o rosto, os efeitos atingidos podem afeminar o rosto?

Segue minha resposta: Caro Leitor, antes de tudo, obrigado por entrar em contato e demonstrar sua dúvida. Sua pergunta é excelente e achei por bem colocar a resposta no nosso blog, para que outras pessoas tenham acesso.

Temos tido bastante procura de Bichectomia para homens e posso dizer que o procedimento está indicado para todas as pessoas que tenham hipertrofia da bola de Bichat e rosto arredondado.

Esse aspecto redondo costuma infantilizar a aparência, mas não masculiniza ou afemina. Portanto, a retirada do volume excedente não deixa o rosto mais masculino ou mais feminino e está indicada para ambos os sexos.

Ou seja, bichectomia para homens pode ser praticada da mesma forma que para mulheres.

Obrigado e até a próxima.

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Ginecomastia: Tratamento para reduzir mama masculina

30 de janeiro de 2017 Por: Blog,Corpo
ginecomastia-grau-1

Mais detalhes sobre a cirurgia de Ginecomastia para redução de mama masculina.

Ginecomastia tem origem no radical grego “gine”, que significa mulher; e “mastos”, que significa mama. Trata-se, portanto, do aumento da mama masculina, que pode assumir um aspecto feminino ou, pelo menos, inestético. Não é, necessariamente, uma doença, mas pode causar grande incômodo.

ginecomastia aumento da mama masculinaO aumento da mama masculina acontece transitoriamente na adolescência em até 40% (quarenta por cento) das pessoas e, na maioria delas, regride espontaneamente. Outro pico de incidência ocorre na terceira idade, quando alterações hormonais levam à diminuição das taxas de testosterona e aumento do estradiol. Doenças e síndromes genéticas também podem estar relacionadas à ginecomastia, devendo, portanto, ser investigadas através de uma consulta médica.

Na grande maioria dos casos não há nenhum problema de saúde associado à ginecomastia. Essas alterações de forma e de tamanho, que causam tanto desconforto, podem ser causadas devido ao aumento da glândula mamária, ao acúmulo de gordura localizada (também chamada de lipomastia), ou à junção dos dois, como na maioria dos casos. Na maioria dos casos, o tratamento indicado é a cirurgia plástica masculina.

Para decidir qual deles é o melhor em cada caso, muitos médicos cirurgiões utilizam a classificação de Simon, Hoffman e Kahan:
Grau 1: pequeno aumento mamário sem redundância de pele;
Grau 2: moderado aumento mamário, sem pele redundante;
Grau 3: moderado aumento mamário, com pele redundante;
Grau 4: acentuado aumento mamário, com acentuada redundância de pele.

Nos graus 1 e 2 de ginecomastia, é indicado a redução de mama via cirurgia plástica a partir de incisão nas aureolas, sem retirada de excesso de pele. Pacientes classificados como grau 3 tem uma avaliação personalizada, para decidir se o excesso de pele deve ou não ser retirado e de que forma o será retirado. Já no grau 4 necessitam de retirada de pele e da glândula.

Em resumo, todos os pacientes de ginecomastia são avaliados quanto à presença de gordura localizada. Esta, por sua vez, pode ser retirada através do procedimento da lipoaspiração, com mínimas incisões. Além das complicações possíveis de qualquer procedimento cirúrgico (infecções e assimetrias, por exemplo), a mais comum é o hematoma. Nesta situação, é possível que haja a necessidade de nova intervenção para drenar o sangue acumulado. Porém, isso não altera o resultado final pós-operatório. O índice de satisfação é bastante elevado e a recuperação bastante rápida.

Veja no vídeo abaixo mais explicações sobre a cirurgia de ginecomastia:

 

Saiba mais sobre os detalhes da cirurgia de Ginecomastia clicando aqui. Caso queira fazer uma avaliação, ligue para (85) 3055.0505 ou clique aqui para marcar a sua consulta.

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Dor pós-operatória crônica

23 de janeiro de 2017 Por: Blog,Corpo

Dor crônica significa dor prolongada, assunto pouco comentado na literatura médica e, consequentemente, pouco conhecido do público leigo. A dor pós-operatória crônica caracteriza-se por:
1. Aparecer depois da cirurgia.
2. Persistir por mais de dois meses.
3. Não haver outras causas, tais como infecção crônica ou persistência de tumor (no caso de cirurgia para câncer).
Qualquer trauma pode causar dor crônica, como pancadas, entorse de tornozelo e cortes acidentais ou até propositais, que é o caso de uma cirurgia.
Na verdade, as razões não são inteiramente conhecidas, mas existe forte relação com lesão nervosa. Considerando que os nervos, de maior ou menor calibre estão presentes em praticamente qualquer parte do corpo, onde houver cortes, haverá lesão nervosa.
Na maioria dos casos, no entanto, isso é irrelevante e as dores sessam em pouco tempo. Em outros casos se cronificam e se tornam um transtorno.

Embora não seja motivo para desistir do procedimento, não é tão raro quanto imaginamos. Alguns estudos, por exemplo, mostram até 53% de pacientes com dor pós-operatória crônica  depois de mastectomias com reconstruções com prótese, para câncer de mama, 31% para mastectomias simples e 22 % para cirurgias de redução de mama. (Wallace et al, 1996)

Um estudo norueguês mostra dor crônica em 13% dos casos pós mastoplastias de aumento. (Romundstad et al, 2006).
Como não sabemos inteiramente as razões, procuramos evidências que nos mostrem os fatores de risco e os meios de prevenção.

Alguns fatores podem predispor o paciente a dor pós-operatória crônica, como:
• Fatores demográficos. Inclusive estado civil e se está empregado ou não.
• Fatores genéticos. Pessoas com histórico de fibromialgia, enxaqueca, síndrome do intestino irritado, síndrome de Raynaud, pessoas que sentem queimação nos pés a noite e pessoas com irritação da bexiga urinária apresentam maior propensão à dor crônica no pós-operatório.
• Fatores pós-operatórios. Pessoas com dor intensa no pós-operatório imediato têm maior propensão a dores crônicas.
• Fatores cirúrgicos. Estímulo doloroso intenso durante a cirurgia também são fator de risco.
Considerando alguns dos fatores de risco, podem-se prevenir parte dos casos com bloqueios anestésicos locais ou espinhais (anestesia peridural, por exemplo), para evitar o estímulo transoperatório.

Outro fator, é a adequada analgesia pós-operatória, que é individualizada para cada tipo de cirurgia.
O tratamento da dor crônica não é simples e também deve ser individualizado. Geralmente utilizamos antidepressivos como parte da terapia. Essa situação requer paciência e fortalecimento da relação médico paciente, para que tenha desfecho favorável.

• Macrae WA. Chronic post-surgical pain: 10 years on. Br J Anaesth 2008; 101:77-86.
• Wallace MS, Wallace AM, Lee J, Dobke MK. Pains after breast surgery: a survey of 282 women. Pain 1996; 66:195-205.
• Romundstad at al. Chronic pains and sensory changes after augmentation mammoplasty: long term effects of preincisional administration of methylprednisolone. Pain 2006; 124:92-99.

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Rinomodelação: nariz perfeito sem cirurgia

19 de janeiro de 2017 Por: Blog,Face

Conheça a rinomodelação, procedimento não cirúrgico para modelar o nariz.

Profile of feminine face with closed eyes and make-up

A Rinomodelação é bastante conhecido entre os que desejam realizar uma correção estética nasal. É um procedimento não cirúrgico para deixar o nariz mais harmônico. Já falei sobre Rinomodelação para o Jornal O Povo (clique aqui) e, neste texto, apresento mais detalhes.

O procedimento é não cirúrgico porque a modelagem nasal ocorre com a injeção de ácido hialurônico. Por não haver cortes, normalmente é realizado sem internação e sem afastamento das atividades normais. A substância utilizada é absorvida pelo organismo entre 09 e 18 meses após seu uso e tem baixíssimo potencial de rejeição por estar presente na estrutura normal da pele. Portanto, pode ser usada com bastante segurança fora do ambiente hospitalar.

A Rinomodelação requer alto nível de perícia, conhecimento profundo da anatomia nasal e longa curva de aprendizado, incluindo a Rinoplastia cirúrgica, para obter resultados adequados (Veja mais detalhes sobre Rinoplastia aqui e aqui).

Mas, é importante lembrar que esse procedimento não se aplica a todos os casos e tem suas limitações. Sua maior vantagem é que pode ser ótima solução para quem ainda não criou coragem para se operar, não pode se afastar de suas atividades ou ainda não está no momento de arcar com os custos que envolvem a Rinoplastia.
rinomodelação correção do nariz sem cortes

Então, a dica é: entre em contato e marque sua consulta. Conversando, podemos juntos encontrar a melhor alternativa para que você conquiste um nariz mais harmônico com o seu rosto!

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Dr. Eduardo Furlani comenta sua participação do 53º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica

17 de novembro de 2016 Por: Blog,Eventos

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Entre os dias 11 e 14 de novembro, tive a honra de participar do 53º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica, evento que reuniu os maiores especialistas do Brasil e do mundo, que aconteceu no Centro de Eventos do Ceará. Na ocasião, fui o único docente cearense a participar da mesa redonda sobre “Percepção de redução do Nariz pela Rinoplastia de Aumento”.

Trata-se da principal mesa de discussão de nariz do Congresso, que é o segundo maior do mundo em número de cirurgiões plásticos. Contamos com o Dr. Carlos Inácio Almeida, de Belo Horizonte, como moderador, cirurgião experiente e renomado na arte da rinoplastia.

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Como relatores, começamos com Volney Pitombo, do Rio de Janeiro, que dispensa apresentações. Seu tema foi: harmonia ponta, dorso e base do nariz. Ele levantou, fortemente, a ideia de que a harmonia é muito mais importante do que o tamanho.

 

Em seguida, Dr. Alfredo Borrielo, da Itália, falou sobre o nariz secundário (já operado previamente) e aproveitou o gancho da fala anterior para mostrar sequelas que podem acontecer com grandes reduções.

 

Finalizando a mesa, apresentei a teoria desenvolvida durante o meu mestrado, mostrando que o nariz pode ser reduzido com procedimentos de aumento localizado, em conjunto com as reduções necessárias. Isso abre o caminho para cirurgias mais harmônicas, mais estéticas, mais funcionais e minimamente invasivas.

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Vale destacar ainda que o Dr. Carlos Inácio discutiu a abordagem de cada um dos especialistas com maestria e sensibilidade rara, comentando que ali estava a nata da cirurgia de nariz brasileira.

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