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Rinomodelação: o fim da cirurgia plástica no nariz?

18 de abril de 2016 Por: Blog,Face
Rinomodelação: procedimento realizado com a injeção de ácido hialurônico com alta taxa de cross-link (maior coesividade) nas partes a ser trabalhadas, melhorando a anatomia do nariz imediatamente (não dá para resolver todos os casos, pois não substitui a cirurgia plástica).

Rinomodelação: Melhora a anatomia do nariz imediatamente (não dá para resolver todos os casos, pois não substitui a cirurgia plástica).

Quando pensamos em corrigir o nariz vem logo a cabeça algum procedimento cirúrgico e internações. Só que agora já é possível modelar e corrigir alguns defeitinhos estéticos no nariz que insistem em “detonar” nossas “selfies” (auto-retrato nas redes sociais) sem recorrer ao bisturi, através da rinomodelação. O cirurgião plástico Eduardo Furlani (CRM 8316 / RQE 5876) diz que o procedimento é realizado com a injeção de ácido hialurônico com alta taxa de cross-link (maior coesividade) nas partes a ser trabalhadas, melhorando a anatomia do nariz imediatamente.

A substância utilizada é segura e reabsorvida pelo organismo entre nove e 18 meses.“Tem baixíssimo potencial de rejeição por estar presente na estrutura normal da pele. Portanto, pode ser usada com bastante segurança fora do ambiente hospitalar”, avalia o cirurgião. O objetivo é a melhora do aspe­to da pirâmide nasal em uma ou mais sessões para esculpir o nariz. “A estética do nariz é importante por ser o ponto central, de equilíbrio e harmonia de todo o rosto”.

Eduardo Furlani diz que o procedimento não cirúrgico é capaz de resolver alguns probleminhas estéticos no nariz, como: giba do dorso nasal mais convexa, bem comum, entre nós, cearenses, ponta do nariz caída, refinar o nariz, dando a aparência de mais estreito, bem como corrigir pequenos defeitos com li­geiras depressões e assimetrias que podem ocorrer após intervenção ci­rúrgica. Para Eduardo Furlani, um nariz bonito deve apresentar linhas do dorso nasal regulares e harmônicas e a ponta elegante elevada. “Nas mulheres, a elevação deve ser de 105 graus. Nos homens, de 95 a 100 graus”, conta.

A princípio, o fato de aumentar determinadas regiões do nariz pode até parecer estranho, uma vez que a maioria das pessoas gostaria de reduzir. No entanto, o cirurgião explica que a percepção de tamanho é um jogo de ilusão de ótica e que muitos narizes que parecem grandes, na verdade, possuem formas inadequadas. “Aquele ossinho alto no dorso do nariz, por exemplo, muitas vezes é consequência de falta de volume na ponta ou na parte superior, próxima aos olhos”.

A rinomodelação é fruto de uma linha de pesquisa internacional da qual o cirurgião Eduardo Furlani faz parte, através do departamento de cirurgia da Universidade Federal do Ceará (UFC) que tem apontado para a solução de diversos problemas estéticos de uma forma simples, rápida e segura. O procedimento requer um alto nível de perícia, conhecimento profundo da anatomia nasal e uma longa curva de aprendizado, incluindo a rinoplastia cirúrgica, para obter resultados adequados, afirma o especialista.

Eduardo Furlani diz que a rinomodelação não substitui a cirurgia plástica. “O procedimento não se aplica a todos. Haverá sempre condições nas quais intervenções cirúrgicas serão necessárias. No entanto, é uma luz para quem ainda não criou coragem para se operar, não pode se afastar de suas atividades ou ainda não está no momento de arcar com os custos de uma rinoplastia”, observa.

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Sobre o autor: Eduardo Furlani CRM/CE 8316 – RQE 5876 é médico, mestre e cirurgião plástico. Diretor Técnico Médico da clínica Eduardo Furlani.

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