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Lipoaspiração (Lipoescultura)

Lipoaspiração consiste na retirada de gordura localizada, por meio de sucção, e tem a finalidade de remodelar o corpo. O procedimento pode ser empregado nas mais diversas áreas. Flancos, coxas, regiões trocantéricas (culotes), braços, costas, pescoço (papada) e outras áreas, dependendo da necessidade.

Os motivos da boa aceitação e popularidade da lipoaspiração são as cicatrizes extremamente discretas. Outra vantagem é a simplicidade do procedimento, além de um pós-operatório rápido.

Lipoescultura é o nome popular dado a um conjunto de procedimentos. A lipoaspiração, ao retirar gordura aliado à Lipoenxertia, aplicando o enxerto de gordura em áreas como o glúteo, por exemplo.

Indicações

Homens e mulheres, em fase adulta ou terceira idade, e que se enquadre nos critérios de indicação.

Procedimento

A cirurgia é feita em hospital, e pode ser realizada sob anestesia local, peridural ou geral, dependendo do local e quantidade de tecido a ser lipoaspirado. O procedimento dura entre 1 a 4 horas. O (a) paciente pode ter alta no mesmo dia ou permanecer internado(a) por cerca de 48 horas.

A cirurgia é realizada através de mínimas incisões, que deixam cicatrizes que ficam praticamente imperceptíveis devido ao posicionamento das mesmas em áreas estratégicas do corpo, como nas dobras naturais da pele.

Nos primeiros 3 dias pode ocorrer maior inchaço, mas em até 4 meses estará totalmente normal. Entre 5 e 10 dias após o procedimento será possível remover os pontos. O uso de drenos, dependendo do caso, pode não ser utilizado. O resultado final fica aparente de 3 a 6 meses após o procedimento.

Pós-Operatório

  • Repouso: evitar atividades intensas, mantendo um repouso relativo, de preferência domiciliar nos primeiros 7 a 14 dias. Isso não significa ficar acamado(a), por exemplo,  mas sim fazer menos uso de movimentos bruscos, sem “pegar peso” e em um ritmo mais lento que o normal;
  • Movimentação: ao mesmo tempo que deve haver repouso, o movimento dos pés através de pequenas e lentas caminhadas ou até mesmo com a flexão repetida dos tornozelos é bastante importante para ativar a circulação periférica e diminuir a chance de complicações durante o pós-operatório, como trombose e embolia pulmonar;
  • Alimentação: rica em líquidos e alimentos de fácil digestão. Pessoas com tendência a prisão de ventre devem fazer complemento de fibras ou até a utilização de supositório de glicerina, caso passem mais de 48 horas sem evacuar;
  • Uso da Cinta: constante, retirando-a apenas para ir ao banheiro nos primeiros 30 dias após o procedimento;
  • Fisioterapia: procurar sempre profissionais especializados com formação adequada. Recomenda-se, no início, a partir de 48 a 72 horas do procedimento realizado, sessões de drenagens linfáticas e complemento com ultrassom ou radiofrequência, conforme a necessidade. Mínimo de 10 sessões;
  • Exercícios Físicos: podem ser iniciados lentamente após 30 dias, sendo totalmente liberados após 60 dias;
  • Exposição ao sol: não tomar sol durante 2 a 3 meses.

Complicações

Por se tratar de um procedimento cirúrgico, em alguns casos, pode haver perfurações abdominais, que são muito raras e que causam problemas identificáveis e corrigíveis em sua maioria. Trata-se, portanto, de um procedimento com alto nível de eficácia e segurança, procedimento testado e aprovado. Irregularidades, flacidez e assimetrias podem acontecer e não são consideradas complicações, mas sim consequências aceitáveis, desde que não muito intensas.

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